É hora de se ambientar cada vez mais.
De uma manhã sofrida com a saudade da família e o choque da chegada a uma noite mais tranquila com planos para o dia seguinte, nosso herói e evoluiu muito.
A tecnologia deu uma força e tanto e o messenger foi crucial para superarmos o trauma das primeiras horas de distância.
Com o tempo passando tudo tende a se normalizar (mais para ele do que para nós).
Nosso Kike faz falta demais e em tudo há um toque de sua presença. Pai, mãe e irmão, são unânimes quando o assunto é a falta que o caçula faz. Caçula? Pequeno? Nada disso, ele era médio, afirmava bravo quando pequeno.
Grande, gigante, nosso querido Kike embarca numa viagem fantástica rumo ao seu futuro.
Vai lá!
domingo, 26 de julho de 2009
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